segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Liverpool


Liverpool é, obviamente, um delírio para fãs de Beatles, fãs que curtem a música, fãs que tem todos os cds, fãs que não sabem nada da história da banda ou aqueles que sabem tudo, até o nome da avó materna do vizinho de porta do Ringo.
Eu gosto muito de Beatles, mas não sabia muita coisa da banda. Mas ir para Liverpool torna você um expert no Fab4. O museu dos Beatles é uma das grandes atrações da cidade, aliás, quase tudo em Liverpool gira em torno da banda ou de futebol. O The Beatles Story conta tudo sobre o quarteto, com reconstituições dos lugares mais importantes por onde eles passaram, como o The Cavern ou o Abbey Road.
Outro museu interessante é o Maritime Museum com muitas coisas sobre vários navios famosos, inclusive o Titanic.
Uma das partes mais animadas da cidade é a famosa, pelo menos para os fãs dos Beatles, Mathew Street. Cheia de pubs, é a casa do The Cavern, bar onde John, Paul, George e Ringo foram descobertos e onde fizeram mais de 200 apresentações. Tomamos uma boa cerveja lá e ouvimos um cara tocar Beatles, é claro!
Outra parte simpática é a Albert Docks, um lugar com vários restaurantes e um bom espaço para caminhar. O único chato é o vento que bate lá. Impossível manter o cabelo no lugar e usar uma saia larga é pagar calcinha na certa!
Adorei a Beatles land!

domingo, 25 de julho de 2010

Londres


Mais uma vez visitei uma cidade grande com cara de cidade grande. A capital inglesa é um pouco caótica, com metrô cheio em qualquer horário, inclusive em um sábado as seis horas da manhã. Metro, aliás, velho e fedido. Não tem ar condicionado e agora, no verão, era o lugar mais quente de Londres, eu saia de lá sempre suando, mas ele leva você para todos os cantos da cidade. O que menos se ouve no metrô é inglês, aliás, assim como Paris, em Londres se escuta todas as línguas, inclusive aquelas das quais a gente não faz a menor idéia de qual seja.
Ficamos na zona 2, uma área não muito perto do centro. Onde ficamos, parecia um bairro indiano, eles dominavam o local.
Ficamos muito tempo em Londres, por isso fizemos tudo com calma. Visitamos muita coisa. Principalmente os pontos mais famosos, dizer que conhecemos a vida londrina de verdade, que visitamos aquilo que nenhum turista vê seria exagero.
Fomos a vários museus, alguns de graça como o British Museum, o Natural History Museum e a National Galery. Os dois primeiros admito que não achei muita graça, não sei se pelo fato de eu já estar meio de saco cheio de museus ou porque eram chatos mesmo. A National Galery tinha quadros famosos e foi mais interessante. Outros museus que fomos foi o London Film Museum, sobre cinema e com várias coisas interessantes de filmes famosos, tinham cenários, figurinos e outras coisas. Fomos também no Charles Dickens Museum, os ingleses meio que veneram Dickens, eu comprei um livro dele para ver se eles têm alguma razão. O museu era numa casa que ele viveu, era pequeno e não tão interessante e informativo, mas valeu a pena. Fomos também no famoso Madame Tussaud, bem divertido tirar foto com as figuras de cera.
Fomos na London Eye, achei um pouco de programa de índio, mas foi o único programa realmente turistão que fizemos. Vimos o Big Ben, Torre de Londres, Tower Bridge, Westminster Abbey, Abbey Road, Picadilly Circus, Trafalgar Square; Bukingham Palace, Green Park e andamos muito no Hyde Park. Ou seja, turistamos bastante.
Foi bem legal, mas acho que duas semanas me deixou um pouco de saco cheio de Londres. Talvez tivesse sido mais legal ir de novo a Paris.

domingo, 11 de julho de 2010

Berlim


Berlim foi a primeira cidade grande que visitamos que eu achei ter cara de uma verdadeira cidade grande. A capital alemã é feia e bonita. Tem muita sujeira na rua, alguns lugares bem velhos e abandonados, mas também tem um centro moderno e bonito. Aliás, foi a primeira cidade que vimos com tanto prédio moderno, a cidade não tem tanta coisa antiga como Paris ou Madri, por exemplo. Até porque ela foi destruída na guerra, então, toda aquela velharia foi abaixo.
Visitamos um Campo de Concentração (Sachsenhausen) nos arredores de Berlim. É estranho estar num lugar onde tanta gente sofreu, e muito. Mas sei lá, talvez pelo fato de ele ser basicamente um descampado agora, pois grande parte dele foi destruida, não foi tão terrível quanto eu imaginava. Mas ir no local onde eram as câmaras de gás, definitivamente me deixou desconfortável, assim como ir nas barracas que sobraram e que eles reconstruiram por dentro, como eram na época, um monte de cama de três andares entulhadas, um banheiro com um bando de privada e nenhuma higiene e uma pequena área comum onde eles comiam. Uma coisa interessante de estar lá é notar que diversos grupos de jovens, com guias ou professores, estavam indo para o lugar para apresder um pouco dessa história sombria da Alemanha.
Aliás, grande parte do turismo em Berlim, gira em torno do nazismo e suas consequencias, parece que os alemães tem muita vergonha do seu passado. Eles expoem essa parte da sua história como uma forma de pedir desculpas, talvez.
Fomos numa exposição bem pseudo de um tal de Olaf das Couves, mas que tinha umas obras bem bacanas, como uma sala com MUITA, mas MUITA fumaça daquelas de boate e com umas luzes fracas. A gente não enxergava direito dentro da sala, era bem legal. Encontramos algumas pessoas da ECO na exposição, não podia ter lugar melhor para encontrar um ecoíno. rs.
O muro ainda tem alguns pedaços em pé em várias partes da cidade, mas a mais famosa e grande é a parte que eles chamam de East Side Galery, a parte virada para o lado ocidental é toda cheia de pinturas, como na época que são refeitas. Tem partes em branco, onde o povo escreve. Mas onde tem as pinturas, ninguém escreve nada. Todo mundo respeita. É mais de um quilômetro de muro, bem interessante.
Fomos também Alexander Platz, onde tem a Torre de TV, que, obviamente, não é tão bonita como a Eiffel, mas é mais alta.
Em Berlim, fizemos um passeio diferente do que estamos habituados, fomos ao Zoológico. Foi bem legal, lá tem vários bichos que eu nunca tinha visto, como o urso banda, gorila, urso polar... aliás o famoso (pelo menos para alguns) urso polar Knut mora lá. Mas não sei dizer quem era ele, pois na jaula tinham dois ursos polares. Algun deles era o Knut.
Uma coisa que não gostei muito em Berlim é o seu metrô, é bem complicado e pouco intuitivo. Bem dificil para um turista. As estações são mal sinalizadas e muitas delas tem plataformas demais, o que dificulta saber onde devemos pegar o nosso trem. Mas mesmo com dificuldade a gente conseguia se achar.
Uma coisa supreendente de Berlim são os seus habitantes. Todo mundo sempre comenta que alemão é frio e isso e aquilo. Os berlinenses se mostraram sempre simpáticos, solícitos e até mesmo sorridentes. Em algumas ocasiões eu nem precisei pedir ajuda, eles viam que eu estava perdida e vinham me ajudar. E viva a simpatia alemã!

sábado, 3 de julho de 2010

Amsterdã


Nada mais na moda do que falar da Holanda depois do jogo de ontem. Pensei em falar mal, mas não é fácil falar mal de Amsterdã.
Vi pouquíssimo da capital holandesa. Passamo só um dia lá, nem dormimos na cidade, já que, como tudo lá, os albergues são bem caros.
Andamos bastante pelas simpáticas ruas e canais da cidade e é tudo lindo. São muitos canais por toda a cidade, mas não mais do que bicicletas. Aliás, em todos os lugares da Holanda que passamos tinha muita bicicleta, acho que elas estão em maior número que os holandeses.
Fomos no Museu do Sexo, bem interessante, conta a história do sexo, pena que muita coisa estava escrito só em holandes. Mas o museu vale os 4 euros da entrada.
Outro museu que fomos, bem mais caro, mas também realmente mais interessante, foi o Anne Frank Huis (a casa da Anne Frank). O museu é no local onde ela e a família se esconderam para fugir dos nazistas. Achei bem legal estar no local onde eles se esconderam. A casa não tem mais móveis, mas ainda dá para se ter uma idéia de como deveria ser viver naquele local. Não era tão pequeno, mas era dividido com 8 pessoas e eles deviam evitar ao máximo fazer barulho, para que ninguém notasse a presença deles. No quarto da Anne Frank foram recuperados nas paredes as coisas que ela pendurava, como fotos, reportagens... A entrada do Anexo (como eles chamavam a parte onde eles viviam escondidos, era uma parte do prédio da empresa do pai de Anne Frank) era escondida por uma estante. Imagino que quando ela estava fechada era impossível saber que lá havia uma porta.
Depois ficamos andando por Amsterdã, vendo os coffe shops onde é permitido fumar maconha. Não fomos no Red Light District, onde tem as vitrines com as prostitutas dançando, aliás essa é uma profissão regulamentada na Holanda.
Amsterdã é uma cidade bem legal, para ser visitada com a família ou para quem só quer a esbórnia de lá. Eu fiquei só um dia e foi pouco, mas acredito que também não seja uma cidade que se deva reservar muitos dias, a não ser que seu objetivo seja passar noitadas entre prostitutas e drogas. rs.

sábado, 19 de junho de 2010

Lisboa, ô pá!


Talvez a melhor palavra para descrever a capital portuguesa seja simpática. Os tugas lisboetas se mostraram os mais simpáticos que conheci até agora. Apesar de ainda serem um bocadinho rabugentos. rs. Mas a gente aprende a conviver com isso.
A cidade me surpreendeu, para melhor. É bem verdade que eu não esperava muita coisa de Lisboa, por isso mesmo, ir lá foi tão legal. A cidade mistura bastante o novo com o velho. Tem um clima legal.
Adorei o Castelo de São Jorge, fica numa parte bem alta da cidade e tem uma bela vista de Lisboa e do Tejo. Aliás, o Tejo, não é tão charmoso como o Sena, mas é muito mais grandioso. Só a Ponte Vasco da Gama que atravessa o rio, é maior que a Rio-Niterói.
Belém também é muito legal, mesmo que a gente não tenha entrado em nenhuma das atrações porque eram caras. Mas comemos o famoso pastel de Belém. Uma delícia, mas um pouco enjoativo, só dá para comer um por vez.
Queria ter ido ao Oceanário, mas também não fui por ser caro. Mas como devo voltar a Lisboa, quem sabe não vou ver os peixinhos tugas?
Na foto: O Padrão dos Descobrimentos

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Paris, tu me manques


Enquanto a viagem para Barcelona eu não soube definir se gostei ou não a viagem para Paris eu definitivamente amei. Sim, eu sou um clichê! Amei tudo na cidade luz, era meu sonho conhecer aquele lugar, visitar os pontos mais famosos da capital francesa e tudo mais.
A cidade é linda, atraente e não cansa! Ficamos seis dias lá e ainda assim faltaram muitas coisas para serem visitadas. Um ótimo motivo para planejar uma nova viagem para França!
Dificil dizer o que me atraiu mais. Vimos tudo aquilo que é parada obrigatória para qualquer turista clichê como eu. Uma das coisas mais legais da capital francesa é que não se paga em quase nenhum museu, basta ter um visto de algum país da União Européia, além de não ter que enfrentar fila para obter gratuidade.
Torre Eiffel, linda e incrivelmente grande. As pessoas me falavam que ela é grande, mas mesmo assim, quando cheguei aos pés dela fiquei impressionada com a grandiosidade. A base é enorme, acho que fiquei mais impressionada ao vê-la de baixo do que quando subi até o topo. Mas lá de cima a vista é linda, dá para ver quase tudo da cidade, já que ela é basicamente plana.
Museé D'Orsay: O prédio é bem bonito e tem muitas obras de arte de vários artistas famosos. o que mais gostei foram os quadros de Van Gogh.
Invalides e Dome: No museu não vimos quase nada, boa parte estava fechada. Mas fomos até o túmulo de Napoleão, enorme e cheio de ostentação, como muita coisa em Paris.
Pompidou: O museu de arte moderna é bem diferente e enorme. Não vi muita coisa, fomos lá no dia que chegamos em Paris, eu tava morta de cansaço. Nem o tal mictório do Duchamp eu vi. Quero voltar.
Notre Dame: E-nor-me! Muito bonita, por dentro e por fora. Lá dentro me senti em outra época. Os vitrais são lindíssimos e enormes, para variar. Não subimos, mas queria ter subido para ver de perto as famosas gárgulas.
Monmartre: O bairro boêmio de Paris é uma graça e igreja de Sacre Coeur também. Tirei foto no bar do filme Amelie Poulain.
Louvre: Mais uma vez o melhor adjetivo é enorme! A piramide é linda! As obras de arte famosas são fáceis de achar, principalmente a Monalisa, tem placas para chegar a ela em qualquer parte do museu. Fora isso, dá para se perder e não achar alguma o que se pretende. Um dia é realmente pouco para ver tudo. Até porque depois de um tempo enche o saco estar dentro do museu.
Tuileries: Os jardins do Louvre são lindos como todos os jardins parisienses (Luxembourg, Trocadero...)
Champs-Elyseés: Uma das mais famosas (o segundo metro quadrado mais caro do mundo) é bonita, mas deve ser mais bonita a noite, toda iluminada.
Arcos do Triunfo: Enorme, mais uma vez. Estava cheio de tapumes na frente e estava rolando uma cerimonia militar. Não subimos, era pago e caro.
Versailles: O máximo da ostentação francesa, ouro para todo lado, grandiosidade em todos os cantos do castelo e principalmente dos jardins gi-gan-tes-cos. O salão dos espelhos mostra toda a pompa de Luis XVI. Os jardins são lindos, bem cuidados e enormes, tem até aluguel de carrinhos (daqueles de golfe) para andar por todo o jardim.
Não sei o que falta falar, um post é pouco para Paris, para tudo que vivi na cidade. Depois falo mais da incrível cidade luz.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Barcelona


A primeira coisa que falo de Barcelona é que não sei dizer se gostei ou não de lá. Eu tinha algumas expectativas criadas para a cidade e que não foram atingidas, mas dai a dizer que não gostei de lá talvez seja um pouco demais, mas é bem verdade que enchi o saco de Gaudi. Barcelona tem uma atmosfera legal, apesar de eu ter me sentido insegura em muitos momentos.
Visitamos muita coisa de Gaudi na cidade e de todos esses lugares o mais interessante foi o Parc Güel, onde está o famoso lagarto colorido de azulejos. O lugar é cheio de artistas tentando ganhar algum trocado com os turistas. O Parque fica numa parte muito alta da cidade, mas escadas rolantes ajudam MUITO na subida.
Outra parada legal do Gaudi é a Catedral da Sagrada Familia, mas não entramos porque era bem carinho. Mas a igreja é um delírio total e aparentemente não fica pronta ainda nesse século. Já a Pedrera foi super sem graça, para mim não passou de um prédio de gosto duvidoso.
Saindo da esfera Gaudi, visitamos o lindo Montjuïc, onde está o estádio olímpico e um museu de história da Catalunya. A montanha é uma área legal, com jardins bonitinhos. A noite na parte de baixo tem um show de águas com música clássica. É bem bonito, ligam os chafariz de toda a subida para a montanha. Mas na hora que fomos ainda não tinham acendido as luzes, acredito que mais a noite fique ainda mais legal.
Outro ponto turístico interessante foi visitar o Camp Nou, foi carinho para entrar no estádio do Barcelona, mas é bem legal. O estádio é bonito e o museu deles é bem interessante, mesmo para quem, como eu, não se interessa muito pelo time catalão. Por falar no time, em Barcelona TODO mundo torce para o Barça. Não é como em Madri que as vezes viamos alguem com a camisa do Barcelona ou venda de produtos do Barça em lojinhas de souveniers. Na Catalunya todos torcem para o Barcelona, acredito que torcer para o Real Madri seja um crime.
Ok, falei de várias coisas legais de Barcelona, mas infelizmente a parte mais marcante da nossa viagem foi um ponto negativo. Nosso voô de volta foi cancelado, por causa do maldito vulcão islandês, na porta de embarque. Na hora, foi um pouco desesperador não saber como voltar para casa. Mas no final tudo deu certo, apesar da grana inesperada que tivemos que gastar para atravessar a Espanha de ônibus e de termos chegado em casa com mais de 24 horas de atraso.
Vou pensar bastante se quero voltar a ir a Barcelona algum dia, especialmente se algum vulcão escroto quiser acordar.

domingo, 11 de abril de 2010

Madri - dicas

Algumas dicas de Madri que acho válidas para quem um dia for para lá:
- Não acho que valha a pena comprar o passe do metrô, vale muito mais a pena fazer tudo a pé, a cidade é basicamente plana e bem fácil de andar, além do metrô ser barato, custa 1 euro cada viagem, só para o aeroporto que custa 2 euros.
- O albergue que a gente ficou é muito bom e bem localizado, apesar do café da manhã fraco, mas quem é cara de pau consegue repetir. www.madhostel.com Fica perto da Puerta del Sol, Plaza Mayor e relativamente perto do Reina Sofia e Parque del Bon Retiro.
- Vale a pena esperar o horário em que os museus ficam mais baratos, em geral depois das 17 ou 18, as filas ficam enormes, mas não se assustem, elas andam bastante rápido.
- Eles tem uns menus que incluem primeiro prato, prato principal, bebida e sobremesa que em geral valem a pena, basta saber procurar o que tenha um preço em conta, mas também uma boa comida. Os restaurantes cheios em geral são mais confiáveis que os vazios.

sábado, 10 de abril de 2010

Madri


Para variar, com bastante atraso, faço meu post sobre Madri. Nossa viagem foi cansativa, mas muito boa, a capital espanhola tem muitos encantos.
Fomos para o aeroporto do Porto na terça a noite, nosso voo era quarta as 6:30 da manhã. Já na saída do metrô conhecemos uma brasileira que estava no mesmo esquema da gente e que também ia para Madri no mesmo voo. A noite no aeroporto do Porto não podia ser pior, a mão de vaquice lusitana desliga o aquecedor durante a noite e na boa, português acha que tem inverno de carioca e NÃO tem! Não consegui dormir por causa do frio.
Enfim, chegou a hora de embarcar e fomos todos lá para nosso primeiro voo pela Ryanair (a empresa low cost daqui que tem voos a menos de 5 euros, as vezes por menos de 1 euro). É muito engraçado, temos direito de levar uma bagagem de mão que não ultrapasse as medidas deles lá, ela precisa caber numa caixinha que eles tem. Os bagageiros ficam lotados de bagagem.
A viagem foi bem rápida, ainda bem, já que o conforto é zero nesses aviões.
Chegamos em Madri, o aeroporto é gigantesco, mas foi bem fácil achar a saída do metrô. Andar de metrô também, as indicações do site do albergue foram bem claras.
O albergue era bem legal e demos a sorte de ficarmos num quarto de 4 pessoas em que as outras duas eram amigos nossos.
A cidade é incrível, linda e viva. Bem diferente da atmosfera portuguesa. Alguns lugares turísticos eu achei sem nada demais, como a Plaza Mayor e Puerta del Sol. Já o Parque del Bon Retiro, Museu do Prado, Reina Sofia, Thyssen Bornemisza, Palácio são muito interessantes. Eu passaria um dia inteiro de ócio no Bon Retiro ou nos jardins do Palácio Real e seria feliz.. Gostei de ver Velasquez no Prado e Guernica no Reina Sofia.
A parte mais chatinha da viagem foi a alimentação, as coisas são relativamente mais caras que em Portugal e as lanchonetes de fast food foram as nossas melhores amigas. Teve um dia que Burger King foi nosso almoço e jantar, no dia seguinte acordei bastante enjoada.
Na volta também passamos uma noite no aeroporto, mas que era aquecido, mas que ainda assim senti frio, pois estava dormindo no chão.
Portugal, como já devem ter percebido, não é um lugar que me atraí muito, mas depois de ficar tanto tempo dormindo pouco e andando muito, foi bom voltar para cá.
Ah, e agora sim posso dizer que conheço a Europa.
Na foto: Parque del Bon Retiro - mais em www.picasaweb.com/nandaturino

domingo, 21 de março de 2010

Vamos ao cinema, ora pois

Semana passada fui ao cinema pela primeira (e provavelmente única vez, tendo em vista o preço e a velocidade da nossa internet rs) ao cinema aqui em Portugal.
Fui ver Alice no País das Maravilhas em 3D. Fui sozinha, afinal ninguém estava disposto a gastar 7 euros (5 do filme e 2 dos óculos 3D) no filme, escolhi o horário do filme e pronto, fui. Como a cidade é e-nor-me, o fato de eu chegar faltando apenas 10 minutos para começar o filme não me impediu de conseguir o ingresso que é comprado no mesmo local que se vende a pipoca. O lugar é marcado, mas a gente não escolhe exatamente onde vai sentar, o carinha pergunta se preferimos na frente, meio ou no alto. Escolhi no alto e ele me deu a fileira N, poltrona 5.
Ok! Entrei na sala e fui a procura do meu lugar. Porém, nada aqui é tão fácil como parece, as filas simplesmente não tem indicação de qual letra são. Então tive que ir da primeira fileira passandod e fileira em fileira na ordem alfabética para descobrir qual era a N. A poltrona pelo menos era numerada. Nada como a malandragem lusitana.
Depois de finalmente ter achado meu lugar, me sentei para esperar o filme começar e aqui, mais do que no Brasil a maioria das pessoas entra em cima da hora na sala e ficam passando na nossa frente durante os trailers. Outro ponto importante, aqui temos cerca de 20 minutos de propagandas ruins e trailers antes de começar o filme e eles são intercalados, passa uma propaganda e um trailer, depois mais umas 3 propagandas e outro trailer, assim até finalmente começar o filme.
O filme. É muito bom, gostei bastante, apesar de a história não ser a verdadeira história da Alice, mas sim da Alice com uns 20 anos retornando a Wonderland. Os cenários são incríveis, a figurino também.
Ah, mais uma coisa a se destacar, o filme aqui tem intervalo, mas o mais engraçado é que o corte é feito em qualquer momento do filme, sim em qualquer momento. Eles não esperam dar uma mudança de cena para dar o intervalo não, eles simplesmente cortam no meio, ou seja, no caso de Alice, foi no meio da fala da rainha de copas. E o intervalo não dura 10 minutos, ou seja, tempo insificiente para quase qualquer coisa. Ahhhh a malandragem lusitana!
Na saída do cinema ninguém cobra seus óculos, eles simplesmente pedem que você os devolva numa caixa, mas acho que se não quiser devolver pode usar de novo em outro filme 3D, mas provavelmente não vou pagar para ver/saber.
Sessão de cinema, vai ser aqui em casa mesmo, no telão do laptop.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Ainda consigo manter o blog


Com muito atraso posto novamente no blog. O atraso se deve a um misto de preguiça e pelo fato de eu e Rafael ainda estarmos com um único computador.
Para os que não sabem, nos compramos 2 laptops, porém um tomou banho de nesquick (o mais caro de nossas vidas rs) e está na assistência técnica para que o teclado volte a funcionar, uma leve facadinha de 26 euros no nosso orçamento, mas o mais chato é estar sem o bendito pc a mais de um mês.
Voltando ao que "interessa": o blog. O post de hoje é para falar do fato de eu estar a mais de 40 dias longe de casa. Nunca fiquei tanto tempo assim afastada do conforto do meu lar.
Nesses dias tive crises de saudades, como a maioria deve saber, quis voltar para casa, pensei em me mudar para o Porto. Mas acabei ficando na nossa casinha mesmo aqui de Aveiro, na faculdade que é chatinha, mas tem uma estrutura muito boa. Conheci muita gente legal, a maioria brazucas, claro! Até porque é com eles que vamos gastar nossos fins de semana, afinal quase todo português universitário deixa essa cidade no fim de semana para voltar para casa. Tem outros estrangeiros também, mas ainda não criamos muitos vínculos.
A novidade é a nova moradora da casa, é uma mulher de uns 40 anos, não sei se vai passar o fim de semana aqui ou não, mas no fundo prefereria que a casa ficasse só para a gente mesmo. Mas como ela mora no estúdio (parte da casa atrás da garagem) que é enorme e tem uma tv e banheiro proprios, acredito que ela não frequentará muito o resto da casa.
Outra novidade são as passagens já compradas. Vamos dia 31 para Madrid, dia 15 de abril para Barcelona e dia 21 para (rufem os tambores) Parrrrri!!!! Yeah, baby! E a melhor parte é que não vamos gastar nada com hospedagem. Vamos ficar no ap de um amigo nosso totalmente 0800 de grátis, o chato é que ele não estará no ap, por isso não poderemos contar com a companhia dele.
Fim de semana passado conhecemos Coimbra. É uma cidade muuuuuito, bastante, velha.Vimos igrejas lá do século X e XII. É chata de andar, porque é num morro. Nem sei se gostei de lá, tudo bem que a chuva não ajudou, mas a cidade não é muito atrativa. Não é como Ouro Preto que só tem velharia, mas tudo muito bem conservado e cheio de vida. Coimbra é diferente, é estranho. Mas as coisas chamam chamam a atenção, se formos pensar que estão ali ha muito tempo. A Faculdade de Direito é de 1200 se não me engano. Tem uma biblioteca lá que deve ser lindissima, mas que tinha que pagar 2,5 euros para entrar e ninguém quis e também porque estavamos com o tempo apertado, tinhamos que pegar o comboio barato para Aveiro.
Acho que é isso, a vida na Europa pode parecer glamourosa, mas não é tão cheia de novidades. Eu quero muito conhecer todo esse glamour, mas de verdade mesmo? Nada como ir a uma praia e depois tomar uma cervejinha no pé-sujo, isso sim é que vida!

Na foto: O Jardim Botânico de Coimbra (mais fotos em www.picasaweb.com/nandaturino)

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Carnaval é muito fixe!


Sim, eu sei que tô atrasada, mas esse post será dedicado ao melhor carnaval de Portugal.
Bem, como havia falado, fomos curtir o carnaval de Ovar. O melhor carnaval português é uma festa engraçada. As fantasias são em sua maioria muito caprichadas, também com um frio desse elaborar uma fantasia legal é mais fácil que no calor. Aqui tinham muitos grupos com pessoas com a mesma fantasia. As criancinhas tem as fantasias bem fofinhas.
Mas a melhor coisa do carnaval ovarense (!?!?!?) são as músicas. Em um lugar só tocavam as mesmas músicas eletrônicas (yeah, música eletrônica), na parte mais bombante da cidade tocava música brasileira, mas não pense em músicas de agora, tocava Daniela Mercury (o canto dessa cidade sou eeeeeeu)... Tocaram marchinhas clássicas de carnaval também, mas por apenas alguns minutos. Ok, eu entendo colocarem axé, mas porque não as músicas novas? Internet está ai para isso, baixa uma música do momento. Eu queria conhecer a tal da rebolation.
Para terminar a empolgante festa, o pontual comboio português atrasou e me fez congelar na estação por mais de 40 minutos. Athóron!
Na foto: a empolgação da pessoa com o melhor do carnaval lusitano.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

a vida noturna aveirense

Finalmente conhecemos a noite aveirense. Fomos para a tradicional Praça do Peixe, onde a bombação noturna dessa imensa cidade acontece.
Fomos na quinta feira (noite da bombação intensa, dizem que sábado também bomba, mas ainda não acredito nisso não, porque aqui é uma cidade universitária e os portugas vão para o conforto dos seus lares longe de Aveiro no fim de semana). O esquema da praça é ficar em um ou vários bares enchendo a cara, para por volta de uma da manhã ir para uma boate (algo que quero muuuuuuito fazer, aham....). Tem um bar que vende shots, mas a maioria vende cerveja ou fino (chopp em lusitanês) mesmo. Ainda não provei nenhuma cerveja daqui, por motivos pessoais (rs), mas assim que provar digo se gostei da Super Bock, a Skol daqui.
A noite que fomos era temática de carnaval na maioria dos lugares, tinha até uma tenda no meio da praça tocando uns sambinhas simpáticos e em outro lugar, com uma incrível decoração de festa junina, tocava umas marchinhas. A música tocada era algo muito engraçado as vezes, ouvimos a novíssima música do cadeirudo, lembram? Cácácadeirudo... Mas a melhor música da noite foi o Vira, o dos Mamonas mesmo, eles gostam dessa música, aliás pelo que me falaram gostam muito de Mamonas, ahhhh, a cultura lusitana...
Para o carnaval, devemos ir para Ovar, um lugar aqui perto que dizem ter o melhor da festa profana de Portugal, é ver para crer.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

A vida bomba em Aveiro


Ontem aqui na UA (Universidade de Aveiro) aconteceu a recepção dos erasmus (como os europeus chamam os alunos de intercâmbio). A parte da manhã foi para explicar um pouco do funcionamento da universidade e da biblioteca que é um capítulo a parte.
São três andares, com mesas para todos os lugares, com tomadas para laptop e wireless, além de uma vista bem bonita em um dos lados, quase igual a ECO. Assim até vou fingir que estudo. Assim que puder tiro uma foto na biblioteca e coloco aqui.
A tarde teve um passeio de autocarro pela cidade e imediações. Fomos a uma praia daqui que tem o segundo maior farol da europa. A praia é forte para caramba, mas tem um quebra mar para permitir que pessoas como eu, que não pretendem morrer afogadas, possam nadar. Mas a praia tem um pequenino porém, mesmo no verão a temperatura da água não passa dos 17 graus, zuuuper agradável.
Outra parte interessante do dia foi conhecer gente de todo o mundo. Quem disse que em Portugal não ia aprender outras línguas? Aqui tem gente da Grécia, Itália, França, Espanha, Holanda, Polônia, Croácia, Finlância, República Tcheca, Latvia (?!?!?) e também da China e Macau.
Essas aliás são um livro inteiro a parte no dia. Ok, são orientais, uma cultura realmente totalmente diferente, mas elas são as que mais chamam a atenção pelos mais variados motivos. Em Macau se fala português, mas mesmo assim elas têm uma dificuldade enorme de falar com a gente. Elas andam em bando sempre rindo uma risadinha muuuuito engraçada. Uma delas parece aquelas japonesas que se vestem como bonecas, uma figura! Infelizmente não tirei foto delas e ai não posso mostrar a maior atração do passeio.
Obviamente que conhecemos brasileiros também. Um cearense (aliás o povo para se espalhar pelo mundo), um paulista e três tocantinenses... é quase como conhecer um estrangeiro! Já estamos marcando algo para fazer com os brazucas e também com alguns outros erasmus para quarta feira.
Hoje fomos ao Porto receber a Marcella. Andamos um pouco pela cidade e vou dizer que a principio não gostei muito de lá não. Mas também andamos muito tempo, mas em poucos lugares, estavamos atrás de uma casa de câmbio e a Marcella queria comprar o laptop dela. Pelo menos isso conseguimos, agora quero voltar para conhecer a parte mais bonita da cidade. Ah, outro fato marcante do dia, depois de anos e anos sem comer no McDonald's, almocei lá hoje, não foi um almoço dos sonhos, aliás looooooonge disso, mas era a opção mais barata e bem servida do shopping. A gente não conhecia muito as outras opções.
Enfim, por enquanto é isso. Hoje tirei uma foto da estátua do Baco, espero que traga boas vibrações para bons posts.
Psilla, FELIZ ANIVERSÁRIO!! Tudo de bom!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Longe de casa. Há mais de uma semana...

Hoje está sendo um daqueles dias sem nada para fazer e que em casa não seria um problema, aliás as vezes até gosto de ficar em casa sem nada para fazer...Mas por aqui... tudo diferente. Tá frio, chovendo, não dá para sair de casa. Nessas horas bate uma saudade imeeensa de casa, dá uma vontade de sentir o aconchego do meu lar. Seis meses, de repente, se tornam uma enternidade.Aproveito o momento saudosista para avisar que estou adiantando a minha volta para o Brasil em quase um mês. Isso tudo porque ainda estou no processo seletivo da TV Globo e se for aprovada, terei que começar o estágio na primeira semana de Agosto e ai não quero correr riscos de em cima da hora não conseguir remarcar a minha volta. Aliás já está difícil, sábado vamos no Porto tentar mudar essa data e se não conseguirmos por aqui, vai ter que ser resolvido no Brasil mesmo pelo papai.
Então aviso logo que a provável data para a chegada no país tropical é dia 22 de julho, quero recepção calorosa! Aliás, nesse momento daria qualque coisa para uns 5 minutinhos num calor de 40 graus, voltar a sentir minhas extremidades até que seria legal!
Amanhã vai acontecer a recepção dos alunos erasmus aqui na UA, tem até passeio no autocarro (ônibus em lusitanês) por Aveiro e arredores. Próximo post vai ser mais animado.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Um quarto pra chamar de meu




Chegamos "definitivamente" em Aveiro. Já viemos para o quarto que vamos morar. A casa é bem legal e vamos morar com mais 3 portugueses (uma menina e 2 gajos) e ainda vai chegar mais uma menina, mas mesmo assim a casa não fica superlotada. Aqui é tipo um sobrado, tem uma garagem e o segundo andar tem a cozinha, a sala, um quarto, um banheiro e um quintal, embaixo disso tem um lugar que eles chamam de estudio que é sem janelas, mas tem a própria casa de banho (banheiro em lusitanês, porque o que eles falam aqui é tudo menos português, palavras de 5 sílabas eles economizam e falam em apenas 2, mas isso é assunto para outro post). No andar de cima tem 2 quartos, um nosso e outro do João, um morador que já conhemos, além deles conhecemos Inês (a habitante das profundezas do estúdio).
Hoje tivemos um dia in-crí-vel. Colocamos a roupa na máquina (isso foi dificil, porque a máquina é diferente, mas aprendi) e fomos ao mercado comprar alguma coisa para almoçar e coisinhas que faltam para a gente. Compramos muita coisa, desde papel higiênico à um benjamim. Mas sem dúvida o item mais empolgante foi a garrafa de água, cinco litros por caríssimos 39 centímos de euro. Eu ainda não entendi muito o esquema de sacolinhas plásticas aqui, eles ofereceram sacolas, mas não sei se paga a mais. Na dúvida, como boa mão de vaca que sou, levei a sacola de casa.
A outra parte empolgante do dia foi pendurar as roupas, elas ficam tão geladas que parece que não vão secar nunca. O amanhã me dirá se terei roupas secas.
Espero ter, a partir de agora, dias menos empolgantes que o de hoje, porque se não, acho que canso de tanta esbórnia!
Na foto, a fachada da mansão!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Turistando em Braga

Já estou a respirar ares europeus, ora pois.
Chegamos, depois de uma longa e cansativa viagem, com direito a comida ruim, muita saudade e uma estranha sensação de estar tão longe de casa.
Ontem não fizemos nada, estavamos muito cansados.
Hoje conhecemos um pouco da cidade de Braga, onde estamos ficando até conseguir um lar em Aveiro. Aqui os carros param na faixa de pedestre, as ruas não tem muita sujeira, só gimba de cigarro é que fumante é porco em qualquer lugar mesmo.
Almoçamos em um restaurante de comida brasileira, um prato enorme, que é para um, mas que eu e Rafael dividimos, custou 5 euros. Se não formos converter para real, vemos que o custo de vida aqui é mais barato que no Brasil.
Amanhã vamos até Aveiro de comboio (trem) para conhecer a cidade e tentar achar logo um apartamento.
Na foto, eu e Rafael na praça principal de Braga... eu acho.



segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Au revoir

É, a hora chegou. Dentro de algumas horas estarei embarcando no avião da TAP para bem longe de casa, onde ficarei por bastante tempo.
Um misto de ansiedade, nervoso, medo, sinto tudo. A essa hora amanhã, já estarei em terras lusitanas. Meu próximo incrível post será acompanhado de pastéis de nata e bacalhau.
A mala está enorme, logo eu que costumo levar pouca coisa nas minhas viagens. Mas ai paro e penso não é só uma viagem, eu tô indo morar em outro lugar preciso de tudo isso mesmo.
Na mochila 4 livros, além do guia da Europa que eu comprei. Acho que vai ser o suficiente para me entreter nas quase 10 horas de viagem, aliás espero mesmo é dormir.
É, isso, meus queridos. O próximo post já vai ser o primeiro realmente um post do blog, um verdadeiramente falando da minha viagem. Espero conseguir fazer sucesso com meu blog, escrever um livro, ficar rica... mas isso é coisa de blog de surfista, não de jornalista.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Tirando o passaporte

Sem dúvida o primeiro passo a se tomar para viajar para o exterior é tirar um passaporte. Especialmente no caso de uma pessoa como eu que não tinha passaporte pelo simples motivo de ele ter se mostrado inútil até o momento, nunca viajei para um lugar onde ele fosse necessário. Acho que ta explicado que eu não sou uma pessoa que se possa chamar de viajante... não no sentido literal da palavra.
No Rio de Janeiro o procedimento é até simples, a lista é grande, o preço é salgado (até o presente momento R$ 156,07), o preenchimento do formulário no site é chatinho, mas o passaporte fica pronto em uma semana.
Os documentos necessários são:
- Documento de Identidade, para maiores de 12 anos;
- Título de Eleitor e comprovantes de que votou na última eleição (dos dois turnos, se houve);
- Documento que comprove quitação com o serviço militar obrigatório, para os requerentes do sexo masculino a partir de 01 de janeiro do ano em que completam 19 anos até 31 de dezembro do ano em que completam 45 anos;
- Certificado de Naturalização, para os Naturalizados;
- Comprovante bancário de pagamento da Guia de Recolhimento da União - GRU referente à taxa devida para a emissão do documento de viagem requerido;
- Apresentar o Passaporte anterior, quando houver (válido ou não);
- Apresentar CPF.
Esses documentos deverão ser apresentados no dia agendado.
Para gerar a GRU, basta preencher o formulário on-line no site da Polícia federal http://www.dpf.gov.br/ onde também é agendado o dia para a entrega dos documentos.
Tudo resolvido no site é só comparecer ao posto escolhido da Polícia Federal no dia marcado e dar entrada na solicitação de passaporte esperar uma semana e voilà!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Pra inaugurar

Estou criando esse blog para contar minhas experiências na Europa, onde passarei 7 meses, e para ajudar aqueles que irão tirar visto para Portugal.
A idéia é postar coisas úteis para quem vai viajar para Europa, como tirar alguns documentos, dicas de viagens, comidas... mas principalmente postar coisa inúteis da minha visão igualmente inútil do mundo.
Como dirtia o Alemão: Enjoy!